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Como fazer um planejamento financeiro familiar em 6 passos

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Como fazer um planejamento financeiro familiar em 6 passos

Fazer um planejamento das finanças da família é um dos passos mais importantes para se alcançar objetivos do grupo, como fazer uma viagem, reformar a casa ou guardar dinheiro para pagar a faculdade do(a) filho(a) daqui alguns anos.

E saiba que fazer um planejamento familiar não é um bicho de sete cabeças. Não é feito da noite para o dia, portando guarde algum tempinho para fazer isso. Continue lendo e confira algumas dicas do blog da Rico para fazer um planejamento eficiente.

1 – Separe as despesas fixas das variáveis

Despesas fixas são todas aquelas que se repetem mês a mês, como água, luz, telefone, alimentação, moradia e internet.

As variáveis são todas as despesas que não contam com um valor fixado ou previsível. Geralmente estão ligadas ao lazer, por exemplo, como vestuário, passeios, viagens, cinema, entre outros. Elas também podem aparecer na forma de gastos imprevistos, como conserto do carro ou reposição de um aparelho eletrônico que deixou de funcionar.

Ao contrário do que algumas pessoas mais radicais tendem a pensar, as despesas variáveis também são importantes para a qualidade de vida da família. No entanto, elas devem ser controladas para não consumir mais do que deveriam do seu orçamento doméstico.

2 – Organize quais são as fontes de receita

É muito importante saber de onde vem o seu dinheiro, principalmente nos dias de hoje em que as pessoas acumulam atividades profissionais nas horas vagas.

Dessa forma, você entenderá onde pode melhorar e se algumas rendas precisam ser substituídas por outras. Manter um bom fluxo de entrada é vital para a saúde financeira da sua família.

3 – Mapeie os objetivos familiares

Eles devem ser divididos entre curto, médio e longo prazos. Objetivos considerados de curto prazo são aqueles com menos de 6 meses, como o pagamento de dívidas.

Objetivos de médio e longo prazos são todos os que excedem os 12 meses. Por exemplo, planejar suas férias, economizar para a faculdade dos seus filhos ou pagar a reforma da casa.

4 – Escolha os investimentos certos para os seus objetivos

Sempre que você quiser guardar dinheiro, esqueça a conta corrente e a poupança. Opte por ativos mais rentáveis e tão seguros quanto, a fim de aplicar o seu dinheiro sempre de acordo com os seus objetivos financeiros.

Se eles são de curto ou médio prazos, você pode utilizar Fundos de Investimento de alta liquidez, que ofereçam entre 1 e 30 dias para liquidação (resgate), ou produtos de renda fixa como CDBs, LCIs, LCAs e LCs.

Para objetivos de longo prazo, como a compra de um carro para presentar o seu filho quando tiver 18 anos, uma boa opção pode ser um título público com vencimento próximo a esse período, como o Tesouro Direto IPCA+ 2035 que paga a inflação mais 5,90% (dados de setembro de 2018).

5 – Respeite o seu padrão de vida

As pessoas se acostumam muito facilmente com as coisas. Quando a máquina financeira da família estiver bem ajustada, sempre virá aquela vontade de gastar mais do que deve.

Essa é a hora de frear o ímpeto e manter o seu padrão de vida. Lembre-se: rico é quem tem dinheiro, não quem tem itens de luxo!

Imagine uma família que ganha R$ 20.000 por mês, mas gasta R$21.000 e outra que ganha R$ 5.000, mas gasta R$ 4.000, investindo R$ 1.000 por mês. Qual delas você acha que é realmente rica?

6 – Pratique a educação financeira

Não adianta proibir toda família de gastar dinheiro de forma radical sem mostrar a razão pela qual se faz isso. Nem estabelecer metas que não sejam realistas ou causem impactos sérios no padrão de vida familiar.

Então, comece a ensinar educação financeira à sua família de forma gradativa, mostrando como a economia de hoje pode gerar grandes frutos com o passar do tempo.

As pessoas costumam ter uma dificuldade imensa de fazer planos de longo prazo, preferindo as recompensas imediatas. E isso é totalmente natural. Mas o primeiro passo para contornar esse comportamento é admitir o erro.

(Fonte: Organizze)

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