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Glúten: Como diferenciar sensibilidade ou intolerância de doença celíaca?

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Glúten: Como diferenciar sensibilidade ou intolerância de doença celíaca?

A doença celíaca é uma doença autoimune que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. E, sendo bastante conhecida e estudada, ao longo dos anos, diversas marcas passaram a produzir e comercializar produtos alimentícios livres de glúten. Nesse sentido, o grupo de intolerantes ou sensíveis também foi favorecido com uma maior diversidade de comidas.

Apesar de manifestarem os sintomas e sofrerem com a ingestão de glúten, muitas pessoas não possuem o diagnóstico de doença celíaca. São as pessoas que podem ter sensibilidade não celíaca ao glúten ou intolerância, mas desconhecem o seu diagnóstico. Isso porque não existem diagnósticos laboratoriais para intolerantes e sensíveis ao glúten, somente clínicos.

Dessa forma, é necessário entender alguns conceitos básicos antes de tratarmos do tema, assim como suas causas, sintomas e tratamento. Ainda sim, deve-se esclarecer que a eliminação completa do glúten na alimentação só deve acontecer quando o médico especialista indicar. Ou seja, no caso de confirmação de doença celíaca ou intolerância ao glúten.

O que é o glúten?

É a principal proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada e no malte (subproduto da cevada). Na verdade, o prejudicial ao intestino do paciente com a doença celíaca são as “partes do glúten”, que recebem nomes diferentes para cada cereal. Elas agridem e danificam as vilosidades do intestino delgado, além de prejudicar a absorção dos alimentos.

Nos alimentos, o glúten tem a função de deixar a massa mais elástica e resistente para ser trabalhada e esticada. Além de ajudar no crescimento e na textura macia, como no caso do pão e dos bolos. Importante lembrar que ele não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos. E, por este motivo, uma dieta com restrição deve ser seguida à risca.

O que é a doença celíaca?

Por sua vez, a doença celíaca é uma doença autoimune crônica. Com predisposição genética, ela é causada por uma reação adversa ao glúten. Resumidamente, pessoas que possuem a doença celíaca não metabolizam a proteína, causando uma reação inflamatória mais severa na mucosa intestinal. Para este grupo, o tratamento é eliminar completamente o glúten da alimentação.

O que é intolerância ao glúten?

A sensibilidade não celíaca ou intolerância ao glúten é uma dificuldade na digestão da proteína. Por tratar-se mais de um desconforto, os sintomas estão basicamente relacionados ao processo de digestão. E, apesar de apresentar características semelhantes à doença celíaca, os testes sorológicos são negativos e a biópsia intestinal é normal.

Quais seus sintomas?

Os sintomas frequentes da sensibilidade não celíaca incluem problemas de digestão, como irritação no intestino, dor e inchaço abdominal, diarreia e gases e prisão de ventre. Além de tonturas, confusão e sensação de cansaço após a refeição. Também são comuns as mudanças de humor, problemas na pele, enxaqueca 30 ou 60 minutos após ingerir o alimento e dor muscular.

Como sei que tenho sensibilidade não celíaca ao glúten?

Nesse sentido, o diagnóstico é um pouco mais complexo. Isso porque não existe somente um exame capaz de identificar a intolerância ou sensibilidade não celíaca. Além da análise clínica feita pelo próprio médico, é necessário realizar uma série de exames de sangue. Assim, o diagnóstico é feito pelo médico por meio do descarte de outras doenças, como doença celíaca e alergia ao trigo, antes da determinação.

Qual o tratamento?

Resumidamente, é preciso cortar os alimentos que contém glúten em sua composição. Na nova dieta, o trigo, a cevada, o centeio e outros grãos devem ser eliminados totalmente. Porém, cada vez mais há produtos disponíveis para quem não pode consumir os tradicionais, como é o caso de pães ou bolos feitos com farinha de mandioca, arroz, pães de batata e macarrão de milho.

(Fonte: HSC)

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