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Importância da organização da vida financeira

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Importância da organização da vida financeira

Antes de apresentar as dicas para sua organização financeira, é importante compreender por que alcançar esse patamar é necessário na sua vida. Ao manter suas contas pessoais em dia e planejar o uso do seu dinheiro para curto, médio e longo prazo, você conquista qualidade de vida.

Isso porque se torna possível arcar com todos os seus compromissos do mês, ter uma reserva para imprevistos e ainda poupar para realizar projetos e sonhos. Logo, você traz sossego para o seu dia a dia e tem satisfação pessoal.

Com as finanças organizadas, fica mais fácil perceber não apenas o tempo presente sem dor de cabeça com o dinheiro, mas projetar seu futuro. O orçamento sob controle ajuda, por exemplo, a custear o estudo dos filhos, aproveitar a vida e planejar a sua aposentadoria.

E essas realizações só serão possíveis diante da mudança de atitude na hora de lidar com o dinheiro. Você passa a agir com educação financeira, realizando gastos com consciência e descobrindo que os investimentos farão você multiplicar seus recursos.

Em resumo, ao organizar sua vida financeira você deixa de apenas calcular o salário para pagar as contas do mês. Começa a adotar estratégias para o bom uso do dinheiro, vivendo com mais liberdade, já que pode atender seus desejos, e com segurança quanto ao futuro.

Agora que vimos como organizar as suas contas pessoais terá um impacto positivo na sua qualidade de vida e da sua família, é hora de entender como agir para organizar as finanças.

Basta colocar em prática as dicas a seguir!

1. Organize as receitas e despesas

Se o tema são as finanças pessoais, é preciso conhecer suas receitas e despesas. Pode parecer óbvio, mas muitas pessoas não têm a noção exata de quanto ganham e muito menos como seus gastos são realizados.

Por isso, é preciso listar todas as entradas e saídas mensais de dinheiro da sua conta. Pode ser com papel e caneta, em uma planilha no computador ou utilizando aplicativos no celular para essa finalidade. O importante é registrar os ganhos e despesas.

Com isso, você começa a ter um desenho de como funciona seu orçamento, compreendendo se há gastos muito altos, por exemplo. É possível verificar se podem ser negociados ou substituídos, ou se há despesas supérfluas que podem ser cortadas.

Nessa hora, é avaliar o orçamento com muita atenção e verificar o que pode ser feito para reduzi-lo. Saiba que você pode se surpreender, trocando, por exemplo, o plano do seu celular ou mudando seu comportamento nas compras de supermercado.

2. Saia das dívidas

Na checagem das suas finanças, é normal descobrir que as dívidas estão consumindo uma parte importante da sua renda. Isso acontece com muitas pessoas, já que o valor devido passa a ser acrescido dos juros compostos.

Logo, pode se transformar em uma bola de neve cada vez mais difícil de quitar. Mas você quer saber como organizar sua vida financeira, certo? Então, uma atitude essencial é buscar meios de se livrar das dívidas ou de reduzir o montante.

Nesse momento, verifique o que é possível quitar mais rapidamente e comece a se programar. Já, para valores mais elevados, uma saída é tentar renegociar, de forma a diminuir o valor a ser pago. Assim, procure o banco ou a operadora do cartão de crédito e busque essa alternativa.

3. Não se endivide mais

Depois de ler o tópico anterior, pode parecer que este é repetitivo, mas não é. Existem pessoas que se livram das dívidas, mas, no impulso, acabam adquirindo outros endividamentos. Para organizar sua vida financeira, é preciso adotar uma nova postura.

Por isso, tente avaliar o que lhe fez se endividar. Pode ser, por exemplo, o fato de ter um padrão de vida maior que sua renda, ou a dificuldade de lidar com imprevistos por não ter uma reserva. Ou, ainda, dificuldades de controlar impulsos.

Seja o que for, é preciso tentar identificar e superar o problema. Tenha sempre em mente que uma dívida aumentará muito de valor, principalmente em prazos mais longos. Então, uma das grandes lições da organização financeira é evitar o endividamento.

4. Tenha cuidado com o uso do cartão de crédito

Falando em endividamento, entenda que, muitas vezes, ele acontece pelo uso do cartão de crédito. Afinal, essa forma de pagamento permite que você tenha o item desejado, mesmo quando ele custa um preço alto e não estava planejado no orçamento.

Contudo, ao ter esse costume, a fatura pode vir com diversas compras, deixando em um valor difícil de organizar. Fique especialmente atento aos parcelamentos. Mesmo os de valores mais baixos, quando numerosos, afetam uma fatia importante dos seus ganhos.

E não há como não comentar sobre a facilidade que a operadora de cartão oferece, que é o rotativo, permitindo parcelar a sua dívida, porém aplicando juros altíssimos. Lembre-se que isso tirará sua tranquilidade e comprometerá toda a sua organização e planejamento com as finanças.

Dessa forma, para fugir desse tipo de situação, dê preferência para a função débito do seu cartão para que você realize os pagamentos na hora. E sempre busque pagar o total da fatura do cartão de crédito ou negociar em momentos de dificuldade.

5. Adquira bons hábitos financeiros

Depois de ter uma visão apurada das suas receitas e despesas e ficar longe das dívidas, é necessário adquirir novos hábitos com o dinheiro. Comece a enxergar suas finanças como um meio para alcançar propósitos maiores, então passe a fazer compras com mais consciência.

Um ponto imprescindível é evitar as compras por impulso que, aos poucos, comprometem sua renda e tornam difícil a prática de poupar. Assim, reflita se você precisa mesmo de um determinado produto ou serviço e passe a pesquisar valores. Com essa atitude, você começa a perceber que realiza muitos gastos desnecessários, que fazem seu dinheiro ir embora facilmente.

6. Componha uma reserva de emergência

Ao adotar um novo comportamento, estabelecendo uma relação saudável com o dinheiro, é preciso ter uma atitude que servirá para proteger seu orçamento. É a chamada reserva de emergência, em que você separa uma quantia a fim de ficar disponível para uma situação inesperada.

Mesmos seguindo todas as dicas apresentadas para ter controle financeiro, o inusitado pode acontecer e exigir um dinheiro imediato. É o caso de emergências de saúde, manutenções necessárias no carro ou na casa ou até mesmo a perda da renda.

Ao ter a reserva de emergência, você pode se organizar sem precisar de grandes mudanças no seu estilo de vida e sem enfrentar muita preocupação. É uma atitude que tem como função amparar você e sua família, evitando ter que contar com terceiros ou se endividar diante de um imprevisto.

7. Faça um planejamento financeiro

Entre as dicas de como organizar sua vida financeira, não é possível esquecer o planejamento. Não basta apenas manter suas contas em dia, com um olhar apenas para o mês vigente. A ideia é planejar como será o uso dos seus recursos para o longo prazo.

Sendo assim, além das despesas mensais, você precisa fazer uma programação dos gastos e ganhos esporádicos. Por exemplo, o recebimento de décimo terceiro salário, pagamento de impostos, seguro de carro, matrícula da escola dos filhos, compra de material escolar, entre outros.

O ideal é evitar a situação de não conseguir custear as despesas mais elevadas de determinado mês por falta de planejamento. Além dos gastos pontuais ao longo do ano, esse planejamento envolve também poupar dinheiro para seus projetos.

8. Estabeleça objetivos de curto, médio e longo prazo

A partir do momento em que se adquire educação financeira, realizando gastos com equilíbrio e fazendo planos com o seu dinheiro, você passa a visualizar o uso das suas finanças para o futuro. E isso é uma das características mais interessantes de organizar as finanças. Muitas pessoas pensam que essa organização é apenas para acumular uma quantia maior na sua conta. Porém, a ideia tem como propósito uma questão bem mais abrangente.

Pense em todo o seu esforço para trabalhar e ganhar seu salário ou outras medidas na sua carreira para ser promovido ou para ter seu negócio. Tudo isso precisa ter um retorno, certo? Ao cuidar das suas contas, você utiliza esses ganhos com estratégia para seu bem-estar.

Focando não só no presente, mas também no médio e longo prazo, é possível realizar seus sonhos. Então, uma das formas de utilizar bem seu dinheiro é listando seus objetivos de vida. Eles podem ser comprar uma casa, um carro, fazer uma grande viagem, morar no exterior, se aposentar etc.

9. Comece a poupar e economizar dinheiro

Após estabelecer os objetivos, é preciso se programar para realizá-los, certo? É hora de separar um valor mensal para ser poupado para essa finalidade. Você poderá fazer isso ao aprender a economizar dinheiro e poupar.

E nesse fator entra a importância de manter firme os bons hábitos financeiros, já que a ideia é ter um dinheiro que será destinado para investimentos. Com o tempo, esses recursos passam a se multiplicar, permitindo que você viva bem e conquiste seus propósitos.

10. Ingresse nos investimentos

Um dos grandes objetivos ao ter a sua vida financeira organizada é iniciar seus investimentos! Para isso, não é preciso separar grandes quantias. O importante é conseguir destinar parte da sua renda para investir, mesmo começando com pouco.

Existem diversas opções para objetivos e montantes diferentes. Por isso, a ideia de que investimentos são apenas para ricos é um mito. Para começar, abra sua conta em uma corretora, como a Genial, e busque informações sobre o mercado financeiro.

11. Defina seu perfil de investidor

Não é porque suas contas pessoais estão em dia que qualquer tipo de investimento é válido. É necessário descobrir seu perfil de investidor, considerando o quanto você valoriza a segurança na hora de fazer os aportes.

Dessa maneira, há o investidor conservador, que prefere se manter seguro. Outro perfil é o moderado, que está disposto a correr um pouco mais de risco, mas ainda valoriza a segurança. Por fim, existe o arrojado, que não vê problemas em se arriscar para buscar rendimentos mais altos.

Ao responder um questionário disponível em uma corretora de valores, é possível definir em qual tipo você se encaixa. Assim, fica mais fácil encontrar os investimentos que atenderão seus objetivos. Por exemplo, o investidor conservador costuma dar mais atenção à renda fixa, enquanto o moderado e o arrojado podem se expor mais à renda variável.

12. Diversifique sua carteira

Um aspecto essencial para todo investidor, independentemente do perfil, é diversificar sua carteira de investimentos. Isso porque destinar seus recursos para diferentes opções é uma maneira de garantir uma melhor rentabilidade e equilibrar os riscos.

Com essa atitude, você enfrenta menos preocupação nos seus investimentos. Toda opção apresenta riscos, mas é possível manejá-los, de forma que a possível perda de um investimento pode ser compensada pelos ganhos dos outros.

13. Tenha disciplina para investir

A última dica diz respeito a uma questão imprescindível para quem ingressou nos investimentos: a disciplina. A ideia é que você realize aportes constantes para que possa ver seu patrimônio aumentar. Logo, determine uma quantia por mês e invista assim que receber seu salário.

Desse modo, você evita direcionar o dinheiro para outros gastos e acabar não sobrando ao final do mês para investir. Entenda a importância de deixar seus recursos investidos para o curto, o médio e o longo prazo, para que sua carteira esteja organizada segundo suas necessidades.

Agora você já sabe como organizar sua vida financeira. Além de cuidar dos seus recursos mensais, isso permitirá alcançar seus projetos e sonhos. A finalidade é estabelecer uma relação saudável com o dinheiro de modo a estar pronto para ingressar nos investimentos.

(Fonte: Blog Genial)

Comente, até breve...muito breve! /*--*/

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