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A importância de fazer um orçamento familiar

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A importância de fazer um orçamento familiar

Fazer uma gestão responsável e organizada do orçamento familiar é um dos primeiros passos para conseguir obter uma poupança sólida. Os tempos de pandemia que vivemos atualmente e que se prolongam há mais de um ano vieram enfatizar a importância desta ferramenta de planeamento, que é também fundamental para alcançar objetivos e realizar projetos. Desta forma, o Dinheiro Vivo em parceria com o Doutor Finanças reuniu algumas dicas bastante simples que o podem ajudar na hora de planear e organizar o seu.

Orçamento familiar

Planear é a chave para poupar e isso implica fazer uma reflexão sobre o orçamento familiar e perceber concretamente em que despesas é que este montante está a ser aplicado. Assim, para começar, há dois fatores que deve considerar de imediato: as despesas e as receitas. Dedicar algum tempo a organizar e listar as receitas e as despesas, classificá-las e priorizá-las, torna todo o processo de poupança mais fácil.

Para a construção de uma poupança, que pode ter ou não um fim delineado, é essencial que esta seja encarada como a primeira despesa de cada mês e transformá-la numa "rotina". É importante adotar aqui a expressão "pague-se a si primeiro". E qual é o valor mensal destinado à poupança? O valor mensal que está destinado a este fim vai sempre depender da situação líquida familiar, no entanto tente que seja sempre entre os 5% e os 10% do orçamento.

Relativamente às receitas, a que terá, na grande parte dos casos, maior expressão é o salário, no entanto, qualquer outra que exista deve ser considerada, nomeadamente abonos, horas extras, juros de depósitos bancários ou outros. Neste ponto é natural que existam valores que, de mês para mês, acabem por se diferenciar e, por tal, é importante que tente aproximar a estimativa à realidade.

Organização das despesas

No lado das despesas, a tendência é que a lista seja mais longa e que demore um pouco mais a organizar, ainda assim, é muito importante que equacione todos os gostos que possui mensalmente. Também aqui os valores podem variar e, por tal, é necessário dividir em despesas fixas, sazonais e variáveis.

No que respeita às despesas fixas estão incluídas, por exemplo, a renda da casa, as prestações de um crédito (caso exista), os transportes, a saúde (seguros de saúde ou medicação) e todas as outras que já sabe ao certo que terá mensalmente, assim como qual será o valor a pagar.

Quanto às despesas sazonais, estão aqui incluídas todas as que sabe que vão aparecer pontualmente ao longo do ano, tais como o seguro do automóvel ou imposto de circulação, os custos do cartão de crédito, o arranque do ano letivo, férias ou tantas outras que podem aqui ser tidas em consideração.

Por fim, a última listagem respeita às despesas variáveis. Nestas, importa incluir principalmente as que apresentam valor não fixo, nomeadamente a faturação da eletricidade, água, gás, reparações de automóveis ou outras que não consegue ao certo quantificar.

Embora as principais colunas a preencher sejam as descritas anteriormente, é igualmente importante anotar qualquer outro gasto que possa ter (por muito substancial que o valor possa parecer), nomeadamente as refeições ou alimentação que realiza fora de casa ou ainda a prática de algum desporto esporádico uma vez que aqui a chave é a organização e o método.

Depois de descritos e avaliados todos os possíveis gastos do agregado, o exercício mais significativo é perceber se existe alguma despesa que pode ser reduzida ou, no melhor dos casos, eliminada do seu orçamento familiar. É principalmente neste ponto que a importância do planejamento se revela uma vez que, se não souber especificamente os gastos que tem, a construção da poupança ou rentabilização das receitas torna-se ainda mais complexa.

É a partir deste momento, em que a noção concreta dos encargos se consolida, que é possível tomar as rédeas do orçamento e começar a pensar na realização de projetos futuros.

(Fonte: Dinheiro Vivo)

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