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Menos coisas, mais experiências: O que um estilo de vida mais minimalista pode ensinar?

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Menos coisas, mais experiências: O que um estilo de vida mais minimalista pode ensinar?

Outro dia li o livro “The Key to Happiness”, Meik Wiking o fundador do Instituto para Pesquisa sobre a Felicidade, da Noruega.

Entre muitas lições interessantes sobre itens que fazem parte do dia a dia dos povos mais felizes do mundo, uma delas costumo adotar frequentemente: mais experiências, menos coisas. Diz o autor que, conforme pesquisas, quem investe o dinheiro visando à felicidade, consegue mais resultados se aplicá-lo em ações e não em bens materiais.

A explicação é que as experiências ficam na memória e podemos revivê-las a qualquer tempo, ao passo que a aquisição de bens costuma trazer uma alegria temporária. Quantas vezes não compramos algo e em pouco tempo já cansamos deste algo? Inúmeras!

Uma vida minimalista, você concorda?

Me lembrei dessa parte do livro porque acho que ela está bem relacionada a um estilo de vida mais minimalista, você já ouviu falar a respeito?

De forma resumida, esse movimento começou em 2012 na França e prega menos consumo, mas com mais qualidade.

Um dos principais defensores do movimento é o japonês Fumio Sasaki, autor do livro “Adeus, Coisas”. Ele abriu mão de muitos objetos que não lhe faziam mais sentido e passou a influenciar muita gente ao redor do globo.

Sasaki costuma citar uma pesquisa que diz que 10% da felicidade depende das condições de vida de alguém, 50% da genética, e 40% do comportamento. O japonês acredita que nestes 40% deveriam estar exercícios físicos e espirituais – e também as viagens. Disso eu não duvido!

Viajar, um dos melhores investimentos

Eu adoro viajar. Já viajei bastante e costumo incluir as viagens em meus sonhos e metas financeiras. No começo do ano fiquei alguns meses fora trabalhando e estudando, mas isso só foi possível porque, além de muita organização e pouco desperdício de dinheiro, eu também não costumo consumir demais, e prefiro guardar focando nos gastos que uma viagem traz, como passagens, hospedagens, passeios, cursos.

Como sempre digo, tudo é possível para quem planeja, mas é fundamental que cada um de nós saiba onde está o que deseja para a vida.

Muita gente às vezes acha que viver certas experiências é muito difícil, que é caro demais pensar em conhecer a Torre Eiffel ou a Robben Island, só que boa parte dessas mesmas pessoas também se esquece de fazer as contas para checar o quanto costuma gastar no dia a dia com um consumo sem sentido, entende?

Outro dia vi no Instagram a foto de um casal viajante que estava em Londres, e na legenda a menina dizia algo assim: “Essa foto representa várias blusinhas que deixei de comprar no ano, vários almoços que decidimos fazer em casa, e vários dias de maior economia com um propósito maior”. Valeu a pena? A alegria estampada na frente do orelhão vermelho indicava que sim. E para você, será que economizar hoje pensando em um objetivo maior para daqui um ano também valeria a pena? Nunca é tarde para começar!

Se você se animou a começar a seguir um estilo minimalista, onde menos é mais – e todo dinheiro economizado em consumo de bens pode ser aproveitado para experiências – confira quatro reflexões importantes que separei:

Ser apegado demais a coisas materiais te escraviza – isso significa que, para seguir este estilo, você deve desapegar e se livrar de tudo que não faz sentido. Há muitas coisas que não usamos e que não fariam a menor falta se descartadas. Venda, doe, passe a viver com menos para experimentar.

Valorizar o que é simples vale muito – Simplicidade ajuda muito em todos os sentidos. Quando você valoriza o que é simples, passa a dar valor a muitas coisas que antes passavam despercebidas. As experiências também passam a ser mais valorizadas e você vê que consegue fazer muito mais por menos ou que precisa de menos do que imaginava para ser feliz.

Avaliar se determinada compra realmente é necessária – Quantos objetos inúteis não costumamos comprar o tempo todo? Quando adotamos um estilo em que não faz sentido consumir muito, passamos a pensar duas vezes na hora das compras. E o melhor, nem é preciso contar até 10 ou esconder o cartão de crédito em casa, já que consumir demais simplesmente passa a não ter mais tanto significado.

O sonho vale mais que a satisfação momentânea – Quando passamos a não ter mais tanta necessidade de consumir, fica mais fácil juntar e investir dinheiro para os sonhos de médio e longo prazo. Você passa a entender, sem tanto esforço, o porquê de estar tendo certas atitudes hoje com vistas a um benefício maior no futuro. Vale a pena tentar!

(Fonte: Dinheirama)

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até breve...muito breve! /*--*/

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